O Centro de Referência da Assistência Social (Cras) de Alfredo Chaves sediou na noite de ontem (05) a solenidade de formatura da turma do curso de corte e costura industrial. Na ocasião, 11 alunas receberam o certificado de conclusão do curso.
De acordo com a gerente do Cras, Caroline Maroquio, o curso teve carga horária de 100 horas, entre teoria e prática e as alunas foram bastante dedicadas. “As meninas são muito habilidosas e guerreiras, já estão produzindo peças e ajudando a aumentar a renda de suas famílias”, disse.
Segundo a formanda Kátia Regina Serafim Leite, 37, o curso trouxe novas perspectivas para sua vida. “Tinha vontade de aprender e fazer as minhas próprias roupas. Fiz o curso, gostei e me apaixonei pela profissão”, disse.
Hoje, Kátia e outras nove alunas fazem parte de uma associação de costureiras que tem apoio da prefeitura. Elas fabricam atualmente cerca de duas mil peças por mês, atendendo pedidos da empresa Andrik e já receberam propostas de outras confecções.
“A nossa equipe é formada por mulheres guerreiras que se descobriram na costura. Uma dá força a outra para continuar e juntas iremos vencer”, contou a formanda Luzia Pavesse Rangel, 52.
Para o funcionamento da associação, a prefeitura cede o espaço, que funciona no terceiro pavimento do Cmei José de Anchieta, e realiza a manutenção das máquinas. “A renda é rateada entre as sócias e está ajudando a compor a renda de suas famílias. Esse projeto vem dando certo e queremos que elas cresçam ainda mais no mercado”, disse a secretária de Assistência Social e Cidadania, Jacirley de Almeida Silva.
O projeto de capacitação de corte e costura já formou mais de 90 mulheres alfredenses que hoje atuam em confecções próprias, casas de noivas ou em outras empresas do setor.

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