quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ecoposto destruído em Bairro de Lourdes aumenta casos de vandalismo na capital

Publicada em 25/09/2014, às 17h18

Elizabeth Nader
D. Vera Nancy Borges cuida da praça onde mora em Jd da Penha e da Coleta Seletiva
Moradores podem usar os ecopostos distribuídos na capital para realizar a coleta seletiva
Equipamentos instalados em vias públicas e praças da capital para depósito de lixo seco por quem quer praticar a coleta seletiva, os ecopostos também são alvos de depredação na capital. Na noite da última terça-feira (23), o equipamento instalado na calçada ao lado da Regional 3, no Bairro de Lourdes, foi totalmente destruído.
Cada ecoposto - são 70 na capital - tem o custo médio de R$ 4,5 mil. "O poder público investe para melhorar a limpeza pública do município e pessoas chegam e, simplesmente, queimam esse dinheiro. Essa atitude atrapalha, no mínimo, 60 famílias que são beneficiadas com o material recolhido nos Postos de Entrega Voluntária (PEV´s). Ele é direcionado às associações de catadores de materiais recicláveis. Em 2013, foram destruídos seis ecopostos e, em 2014, com esse último caso, dois", comentou o gerente de Recebimento, Beneficiamento e Destinação, Marcos Marinho Delmaestro.
Atos de depredação como o ocorrido na última terça (23) geram prejuízos aos cidadãos. Só de lixeiras, por exemplo, são 40 destruídas por mês. "Cada papeleira tem um custo de, aproximadamente, R$ 100. Só em 2014, já foram instaladas 1,2 mil novas lixeiras, totalizando 3,2 mil instaladas em toda a cidade. E a destruição não para por aí. Atos de vandalismo, como queima, quebra e pichações, de equipamentos públicos têm acontecido em pontos de ônibus, nas lixeiras e nos monumentos", afirmou o gerente de Limpeza Urbana, Denilson Pereira.

Áreas

Janete Carvalho
Lixeira na calçada
Lixeiras instaladas na capital são alvos de atos de depredação
As áreas mais atingidas por atos de vandalismo em Vitória são: o Centro, a orla e as praças. Esse tipo de destruição afeta diretamente o bolso do contribuinte, já que os equipamentos que são danificados precisam ser substituídos por outros novos. São gastos em torno de R$ 200 mil anuais para reposição de lixeiras, bancos e limpeza de equipamentos públicos da capital.
"Pedimos a colaboração da população. Em primeiro lugar, não depredando equipamentos públicos e, depois, denunciando, por meio do Fala Vitória 156, os casos que tomar conhecimento", comentou o secretário municipal de Serviços, Fernando Rocha.

Fiscalização

Para coibir essas infrações, a Gerência de Fiscalização e a Gerência de Limpeza Urbana da Secretaria Municipal de Serviços (Semse) fazem a fiscalização.
A ação é diária, e as pessoas ou empresas são notificadas e multadas em casos de violação da lei. Além disso, existe um trabalho da equipe de fiscalização, paralelo ao trabalho de rotina, que acontece às terças e quintas, com intuito de conscientizar e informar a população: Ação Cidade Limpa.
O projeto, iniciado no dia 6 de maio, já fez 1.993 abordagens educativas e flagrou 354 episódios de descarte irregular de lixo.


Informações à imprensa:

Nelly Blanco (nbsilva@vitoria.es.gov.br) | Tel(s).: 3382-6129 / 98849-6300
Com edição de Matheus Thebaldi

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