Mais de 7,4 mil imóveis foram visitados.
Simone Delevedove
O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) realizado pelos agentes de combate à dengue entre os dias 12 e 16 de maio diagnosticou que o município está classificado como médio risco no que se refere à doença, com índice 2.3%.
O Liraa é importante para traçar o mapa da doença no município e embasar as ações que serão executadas ao longo do ano. De acordo com o Ministério da Saúde, o índice considerado ideal é inferior a 1%. Para reduzir a quantidade de casos, estão sendo realizadas ações de combate ao mosquito transmissor da dengue.
Divulgação/PMS
Ações estão sendo realizadas nos bairros do município
Ações estão sendo realizadas nos bairros do município
Mais de 7,4 mil imóveis foram visitados. Os bairros com maior incidência da larva do mosquito transmissor da doença estão localizados na região de Serra-Sede. São eles: Planalto Serrano, São Marcos, Divinópolis, Campinho da Serra, Vista da Serra e Cascata. Nessas residências, 90% das larvas foram encontradas em depósitos de água sem cobertura.
A Vigilância Ambiental em Saúde vem intensificando as ações de combate ao mosquito e aos focos do mosquito em todos os bairros do município. Diante do resultado do Liraa, uma equipe foi enviada aos bairros onde houve maior índice de larvas para dar orientações aos moradores.
A população conta ainda com carro fumacê e coleta de lixo regular. Mas todos devem fazer a sua parte. Para ajudar no combate ao Aedes aegypti é importante não deixar água parada em plantas ou caixas d’água sem tampa.
O carro fumacê circula inclusive nos finais de semana. Ele percorre nos horários mais eficazes para combate ao mosquito: das 4h30 às 8h30 e das 16h30 à 21h30. Como o trabalho é realizado em ciclos, o veículo nebulizador retorna ao bairro no prazo de dez dias.
“É preciso que haja uma adesão dos moradores às medidas de prevenção e combate ao mosquito transmissor da doença, ou seja, eles devem eliminar rotineiramente os depósitos de água nos quintais, que servem como criadouros para o Aedes aegypti”, alerta o secretário de Saúde da Serra, Luiz Carlos Reblin.
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