Comunicação/HEUE
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| Marcela e Paulo Roberto são pacientes que iniciaram a terapia ocupacional no Hospital Estadual de Urgência e Emergência, após sofrerem lesão no ombro. |
Vestir uma roupa, pentear o cabelo e
até se maquiar tornou uma tarefa
complicada para a servidora pública
Marcela Pereira dos Santos, de 33 anos,
desde que sofreu um acidente de moto
em setembro. Foi numa consulta para
avaliar sua lesão, agendada no
Hospital Estadual de Urgência e
Emergência, que a paciente descobriu
a terapia ocupacional para auxiliar em
sua recuperação.
“Quando sofri o acidente e passei a
depender de outras pessoas, vi que a dor
não poderia ser um impedimento, e sim,
um incentivo para alcançar a
recuperação”, disse a servidora pública
que sofreu no acidente uma lesão no ombro. Na segunda consulta Marcela conseguiu
identificar a progressão de sua recuperação, e comemora o fato de já poder fazer
atividades básicas do dia a dia.
A terapia ocupacional trabalha na reorganização da vida do paciente e contribui na recuperação
da parte física e motora, focando na independência funcional e na qualidade de vida.
Segundo a terapeuta ocupacional do Hospital Estadual de Urgência e Emergência, Synara
Sampaio Novais, o ideal é que o tratamento seja aplicado logo após o acidente, pois a
tendência é que os resultados sejam alcançados mais rápido.
“Além do atendimento no ambulatório, deixo como tarefa algumas atividades para
serem executadas em casa, e com isso, o resultado é bem-sucedido”, afirma a
terapeuta ocupacional do hospital.
Após ter sofrido uma queda e ter fraturado o ombro esquerdo, Paulo Roberto Cleto Tosts,
de 60 anos, conseguiu exercitar melhor os movimentos do braço utilizando um dardo
como recurso terapêutico. Anterior à queda, o aposentado já havia sofrido dois
Acidentes Vasculares Cerebral (AVC). Com isso, seus movimentos já estavam debilitados,
mas foi na terapia ocupacional que Paulo Roberto recebeu assistência para realizar
atividades cotidianas.
O Hospital Estadual de Urgência e Emergência conta com um profissional de terapia
ocupacional que faz parte da equipe multidisciplinar. O terapeuta atende os pacientes
com diagnósticos clínicos ou cirúrgicos, internados ou em ambulatórios, cuja habilidade
para desenvolver atividades do dia a dia esteja ameaçada ou interrompida por
incapacidades temporárias e/ou permanentes.
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