terça-feira, 26 de agosto de 2014

COLATINA RECEBE OITO PLUVIÔMETROS QUE IRÃO AUXILIAR A DEFESA CIVIL


26/08/2014 -
Colatina foi uma das cidades que recebeu o projeto Pluviômetro na comunidade uma parceira do Governo Federal, Centro Nacional de Desastres Naturais (Cemaden), órgãos públicos federais, estaduais e municipais na prevenção de riscos de desastres naturais. Foram instalados na cidade oito medidores nos bairros Maria das Graças, Baunilha, Carlos Germano Naumann, Santo Antônio, São Marcos, Marista, Moacir Brotas e Santa Terezinha.
Os pluviômetros são equipamentos que medem a quantidade de chuva e funcionam 24 horas, com eles, o município ganha uma importante ferramenta para a prevenção dos desastres que uma chuva forte pode causar, em Colatina foram instalados dois tipos: automáticos e semiautomáticos. Eles medem a quantidade de chuva e mostram os dados por meio de um visor. O automático faz a leitura sozinho, o semiautomático precisa ser operado por uma pessoa. Com as informações é possível acompanhar a quantidade de chuva que ocorreu até nas últimas 96 horas.
Os pluviômetros também serão fonte de dados, as informações são registradas mês a mês e enviadas para o Comitê da Bacia do Rio Doce, com esses dados será possível traçar informativos com a previsão de chuva para cada mês, em quais meses as ocorrências de chuvas são maiores e em quais bairros deve-se ter mais atenção. Com isso a Defesa Civil poderá trabalhar com dados mais precisos.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Colatina, Walmir Gonzaga, com a instalação desses equipamentos o monitoramento das áreas de risco será feito de forma mais certa, visto que eles saberão quanto choveu em cada área. “Vamos poder alertar os moradores e trabalhar o preventivo de forma mais segura”, comentou.
Os pluviômetros foram instalados em dezembro e estão em fase de teste, os automáticos já estão funcionando, os semiautomáticos ainda não começaram a operar. “O pluviômetro automático é simples de se manusear, por isso já estamos utilizando. Já o semiautomático é preciso capacitar um operador para utilizá-lo. As informações serão enviados para um banco de dados onde qualquer um que tiver o código da cidade poderá acessar, por isso precisamos passar por um curso para aprender a utilizar esse banco”, finalizou Gonzaga.

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