sábado, 25 de janeiro de 2014

Orla da Curva da Jurema tem 100% dos bueiros tratados contra roedores


André Sobral
Desratização nos quiosques e proximidades da Curva da Jurema
Agente do Centro de Vigilância em Saúde Ambiental faz aplicação de raticida em bueiro da orla da Curva da Jurema
Desratização nos quiosques e proximidades da Curva da Jurema
Quiosqueiros receberam orientações sobre acondicionamento correto do lixo
Todos os bueiros da orla da Curva da Jurema foram devidamente tratados com raticida em bloco durante a ação de desratização que aconteceu nesta última quinta-feira (24). Além disso, cerca de 40 orifícios suspeitos e bebidas armazenadas nos quiosques receberam tratamento com raticida em pó e granulado, respectivamente.
Durante a ação, realizada pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA), seis quiosqueiros e 11 ambulantes foram abordados durante o período da manhã e orientados sobre o devido acondicionamento e recolhimento do lixo. Os serviços aconteceram entre o início do estacionamento da praia até o final da Praça dos Namorados.
A última ação de desratização - realizada em toda a cidade - aconteceu em novembro de 2013, quando foram aplicados cerca de mil quilos de veneno para ratos em bueiros, ruas, becos, escadarias e praças, sempre dentro das tocas, que são os locais onde esses roedores vivem.
Uma colônia de ratos só se instala em locais onde há alimentos para a espécie. O número de animais não pode ultrapassar a quantidade de comida existente. Se isso for seguido à risca, a espécie cria mecanismos biológicos para impedir o crescimento da população de ratos (prática do canibalismo, recém-nascidos abandonados pela mãe e diminuição da frequência dos cios). Isso significa que, se não há comida, não existem ratos.

Prevenção

Por isso, medidas simples podem colaborar na redução da população de roedores. São elas:
  • não deixar alimentos, restos de ração e água disponíveis para animais durante a noite;
  • não jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios;
  • colocar o lixo na rua somente uma hora antes da passagem do caminhão de lixo e em local adequado;
  • eliminar, cobrir ou telar recipientes que acumulam água;
  • não acumular entulho ou materiais inservíveis nas residências, quintais ou terrenos baldios;
  • limpar semanalmente recipientes e estruturas que podem conter água, como bebedouros de animais domésticos.

Bactéria

A urina dos ratos possui uma bactéria chamada leptospira, que causa uma doença infecciosa chamada leptospirose. A urina do animal fica na terra, esgotos, bueiros e, em situações de alagamentos e enchentes, mistura-se à água e pode infectar o indivíduo através do contato. A leptospirose é uma doença grave e pode matar. Por isso, se necessário, ao entrar em contato com água de enchente, a pessoa deve se proteger com botas de borracha.
Com edição de Matheus Thebaldi

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Tel(s).: 3132-5063 / 98825-1102

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