Os amantes do caranguejo vão voltar a apreciar a iguaria a partir deste domingo (26) nos bares e restaurantes da capital. A andada, período de sete dias no qual acontece o acasalamento do crustáceo, acaba neste sábado (25) e foi acompanhada pela equipe de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam).
Desde o último domingo (19), foram proibidos a cata, a manutenção em cativeiro, o transporte, o beneficiamento, a industrialização, o armazenamento e a comercialização do animal ou de suas partes (quelas, pinças, garras ou carne desfiada). O período de andada é protegido por lei porque a captura para consumo gera risco de diminuição do caranguejo.
De acordo com a coordenadora de Fiscalização Ambiental, Priscila Ligia Alvarino, o balanço da operação de monitoramento é positivo. "Na semana que antecedeu a andada, foi feito um trabalho de conscientização junto aos donos de estabelecimentos e aos consumidores. No período de acasalamento, intensificamos o trabalho no mar e na terra nos manguezais para inibir a cata. Ninguém foi flagrado caçando o caranguejo. No entanto, encontramos cerca de 20 'redinhas', que são armadilhas artesanais, no Canal dos Escravos", explicou. O material foi apreendido durante o monitoramento de barco na Estação Ilha do Lameirão.
Divulgação Semmam

Equipe de fiscalização da Semmam apreendeu "redinhas" que foram colocadas na Ilha do Lameirão
Divulgação Semmam

Semmam realizou ações de fiscalização no manguezal para evitar a captura do caranguejo
Andada
Haverá andadas também em fevereiro, março e abril, geralmente nas luas nova e/ou cheia. As semanas em que não poderão vender e consumir caranguejo em Vitória foram estabelecidas pela portaria nº 01-R da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama).
Com edição de Matheus Thebaldi
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