sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Nenhum caso de tuberculose foi identificado na Campanha deste ano em Colatina



Das 39 pessoas que realizaram exames baciloscópicos (escarro) durante a Campanha Municipal de Combate à Tuberculose, que aconteceu em novembro, todas receberam resultados negativos, segundo informou a coordenação do Programa que trabalha com o controle da doença na Secretaria Municipal de Saúde (Semus). A Campanha aconteceu para mobilizar e atentar a população para a necessidade e importância de identificar e tratar a tuberculose, e teve o Dia Nacional de Combate, 17 de novembro, com atividades especiais.
Durante toda a semana as equipes da Secretaria se uniram, para desenvolver ações que chamassem a atenção das pessoas e informassem como identificar uma doença, que pode se disseminar rapidamente se não for tratada. Na rua e nas unidades de saúde da rede municipal, as equipes das Estratégias de Saúde da Família (ESF) e dos Agentes Comunitários de Saúde (Eacs) coletaram material para exames de pessoas que apresentavam alguns sintomas.
A desinformação sobre os sintomas e o processo de cura são os grandes desafios no combate O grau de informação, e o acolhimento recebido nas unidades de saúde, fazem toda a diferença para que uma pessoa que tem a doença tenha compromisso em dar prosseguimento ao tratamento.
A tuberculose é infecto-contagiosa, causada pelo Bacilo de Koch e afeta principalmente os pulmões, mas pode ocorrer em outros órgãos como ossos, rins e meningites, membrana que protege o sistema nervoso central. A transmissão é feita via respiratória e está ligada às baixas condições de vida. As moradias muito pequenas e aglomeradas, e ainda sem sol, são ambientes ideais para a sua proliferação.
Tosse por mais de três semanas, febre, suores noturnos, falta de apetite, emagrecimento e cansaço são os sintomas. O diagnóstico deve ser buscado o mais rápido possível e o tratamento iniciado imediatamente, pois após 15 dias sendo medicado o paciente para de transmitir a doença, diminuindo o número de pessoas que se infectam, bem como o número de doentes.
Texto: Maria Tereza Paulino


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