sexta-feira, 8 de maio de 2015

Onde está o esporte capixaba?

Hoje, 8 de maio de 2015, comprei um exemplar de A Gazeta e de A Tribuna.
Ao folhear os jornais me deparei com um fato, que não novo: a cobertura e a divulgação de matérias sobre o esporte capixaba nos dois principais jornais editados no Estado.

A GAZETA
Com 8 páginas dedicadas ao esporte, apenas 2 falando do Espírito Santo.
A primeira página fala do capixaba Ronaldo Jacaré, 35 anos, mas que com 17 deixou o Estado, atleta ligado ao UFC. No rodapé da página matéria com Esquiva, hoje lutando boxe nos Estados Unidos.
Nas páginas que seguem, num total de 6, matérias que não estão relacionadas com o Estado, sendo que duas colunas assinadas por jornalistas do Rio de Janeiro.
Na última página volta o Espírito Santo, matéria falando da final do campeonato estadual.

A TRIBUNA
Com 7 páginas falando de esporte, apenas 2 falando do esporte capixaba.
A primeira página fala de Kelley Bonicenha, a primeira capixaba a se tornar árbitra nacional de volei. Num texto na mesma página a reclamação de atletas que estão em dificuldades financeiras.
Na segunda página o Campeonato Capixaba é o destaque.
Nas demais 5 páginas, nada de capixaba e duas colunas assinadas por jornalistas do Rio de Janeiro.

ONDE ESTÁ O ESPORTE CAPIXABA?
Eu creio que ele está em vários e diferentes locais.
Nas praias, nos campos de várzea, nas escolas, nas quadras, nos torneios entre famílias, nos municípios do interior com campeonatos de futebol e por outros locais.
Não ter esporte capixaba em maior volume na mídia impressa não significa que ele não exista. Pode significar uma falta de leitores de jornal curto, médio e longo prazo.

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