Projeto do Governo do Estado prevê a instalação em todos os municípios. Solicitação foi feita para que o interior de Anchieta também seja contemplado.
Na última quarta-feira (24), o prefeito de Anchieta, Fabrício Petri, participou em Vitória do lançamento do Programa ‘Campo Digital’, do Governo do Estado, que objetiva instalar torres de telefonia móvel em comunidades rurais dos municípios capixabas.
Na ocasião, estiveram junto ao prefeito, o secretário de Agricultura e Pesca de Anchieta, Geovani Meriguetti e o vereador Renato Lorencini, autor de uma indicação feita à Secretaria Estadual de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) solicitando uma torre de telefonia móvel para o Vale do Corindiba.
Se o Estado, por meio do projeto, conceder uma torre para o Vale do Corindiba, mais de 400 famílias serão beneficiadas. O vale engloba as comunidades de Duas Barras, Olivânia, Dois Irmãos, Jaqueira, São Vicente e Barro Branco. No local encontra-se o Circuito Turístico ‘Vale Viver Corindiba’, criado para valorizar a agricultura familiar, fomentando o turismo na região, agregando novas fontes de renda às famílias locais.
De acordo com informações no site da Seag, o titular da pasta, Octaciano Neto, informa que a previsão é de que o edital para a contratação da empresa que prestará o serviço seja lançado já no segundo semestre deste ano. A instalação das antenas, segundo ele, deverá ser realizada entre outubro de 2017 e julho do ano que vem. Serão priorizados para a instalação dos equipamentos, os locais onde haverá maior número de pessoas beneficiadas.
"A comunicação digital permite que o produtor rural consiga, por exemplo, saber a cotação do café em tempo real, negociar, vender, trocar informações e muitas outras atividades. Esse modelo que vamos adotar fortalece a agricultura capixaba", disse Octaciano.
O objetivo da implantação da comunicação por meio da telefonia móvel rural, segundo a Seag, é permitir o contato entre produtores, consumidores, fornecedores e compradores, reduzindo o custo da produção, já que o produtor rural não precisará mais se deslocar para se comunicar com outros agentes que formam a cadeia produtiva.
Com informações: Monique Ferbek, Pedro Callegario (Seag).

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