Artistas do Espírito Santo podem se inscrever até 4 de abril. Edital do concurso será disponibilizado nos site do Instituto EDP e Instituto Tomie Ohtake
Vitória, 13 de feveriro de 2014 – A EDP no Brasil, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal, por meio do Instituto EDP, e o Instituto Tomie Ohtake recebem, a partir de hoje, 13, as inscrições para a 4ª edição do Prêmio EDP nas Artes. Os artistas capixabas interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site www.institutotomieohtake.org. br e encaminhá-la, juntamente com as fotos das suas obras inéditas, para o e-mail premio@institutotomieohtake. org.br até 4 de abril.O material também pode ser enviado pelos Correios, até 28 de março, para o setor educativo do Instituto Tomie Ohtake (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros CEP 05426-010, São Paulo, SP). Deve constar no envelope que o material é destinado ao Prêmio EDP nas Artes. Assim como nas duas últimas edições, o artista pode indicar um professor no momento da inscrição. Nesse caso, se for o primeiro colocado, o docente também será premiado.
Todas as informações sobre o regulamento da premiação, como as características das imagens dos trabalhos, cronograma e prazo de entrega das obras, bem como o edital completo da premiação podem ser acessadas no site www.institutotomieohtake.org. br.
Idealizado para estimular a produção artística contemporânea, o prêmio é voltado a jovens artistas de todo o Brasil com idade entre 18 e 27 anos, ou seja, nascidos a partir de 1ºde agosto de 1996 até 30 de agosto de 1987, ou estrangeiros residentes no País há pelo menos dois anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, workshops e exposições em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito.
Passado o período de inscrição, um corpo de jurados terá um mês para selecionar até 40 candidatos que passarão por entrevista. Após essa etapa, o júri se reunirá para reduzir o número de selecionados em até 10 artistas, que receberão visitas mensais de membros do júri entre os meses de junho e agosto. Este acompanhamento, além de orientar a produção dos trabalhos, é uma forma de apoiar o percurso artístico e avaliar também o processo de realização das obras, um dos critérios para a escolha dos três vencedores.
Por fim, em setembro, será realizada no Instituto Tomie Ohtake a exposição dos trabalhos dos 10 finalistas. A premiação dos artistas será feita na abertura da exposição. Serão premiados três artistas, além do professor do 1º colocado. O primeiro colocado recebe bolsa de estudo em instituição de arte no exterior de até dois meses. O segundo colocado, uma viagem internacional, e o terceiro, duas bolsas para cursos no Instituto Tomie Ohtake.
Na edição anterior, em 2012, os três ganhadores foram Virgílio Neto (1º), Alan Adi (2º) e André Terayama (3º), além da menção honrosa à artista Fernanda Furtado. O vencedor Virgílio Neto ressalta o avanço que o Prêmio EDP nas Artes proporcionou a sua carreia. “A oportunidade da exposição no Instituto Tomie Ohtake foi uma experiência ótima! Estava ao lado de outros artistas e pessoas de várias áreas viam nossos trabalhos. Além da residência artística, de vivenciar outro país, com outra cultura e uma infraestrutura incrível para estimular o processo do meu trabalho. Foi uma experiência maravilhosa”.
O prêmio replica a experiência do Grupo EDP em desenvolver talentos nas artes plásticas. As edições anteriores mostraram que há jovens com grande potencial, mas sem oportunidades para projeção nesse mercado.
Todas as informações sobre o regulamento da premiação, como as características das imagens dos trabalhos, cronograma e prazo de entrega das obras, bem como o edital completo da premiação podem ser acessadas no site www.institutotomieohtake.org.
Idealizado para estimular a produção artística contemporânea, o prêmio é voltado a jovens artistas de todo o Brasil com idade entre 18 e 27 anos, ou seja, nascidos a partir de 1ºde agosto de 1996 até 30 de agosto de 1987, ou estrangeiros residentes no País há pelo menos dois anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, workshops e exposições em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito.
Passado o período de inscrição, um corpo de jurados terá um mês para selecionar até 40 candidatos que passarão por entrevista. Após essa etapa, o júri se reunirá para reduzir o número de selecionados em até 10 artistas, que receberão visitas mensais de membros do júri entre os meses de junho e agosto. Este acompanhamento, além de orientar a produção dos trabalhos, é uma forma de apoiar o percurso artístico e avaliar também o processo de realização das obras, um dos critérios para a escolha dos três vencedores.
Por fim, em setembro, será realizada no Instituto Tomie Ohtake a exposição dos trabalhos dos 10 finalistas. A premiação dos artistas será feita na abertura da exposição. Serão premiados três artistas, além do professor do 1º colocado. O primeiro colocado recebe bolsa de estudo em instituição de arte no exterior de até dois meses. O segundo colocado, uma viagem internacional, e o terceiro, duas bolsas para cursos no Instituto Tomie Ohtake.
Na edição anterior, em 2012, os três ganhadores foram Virgílio Neto (1º), Alan Adi (2º) e André Terayama (3º), além da menção honrosa à artista Fernanda Furtado. O vencedor Virgílio Neto ressalta o avanço que o Prêmio EDP nas Artes proporcionou a sua carreia. “A oportunidade da exposição no Instituto Tomie Ohtake foi uma experiência ótima! Estava ao lado de outros artistas e pessoas de várias áreas viam nossos trabalhos. Além da residência artística, de vivenciar outro país, com outra cultura e uma infraestrutura incrível para estimular o processo do meu trabalho. Foi uma experiência maravilhosa”.
O prêmio replica a experiência do Grupo EDP em desenvolver talentos nas artes plásticas. As edições anteriores mostraram que há jovens com grande potencial, mas sem oportunidades para projeção nesse mercado.
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