quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Servidoras da Guarda Municipal têm palestra sobre o câncer de mama - VITÓRIA


Divulgação Semsu
Outubro Rosa
Servidoras participaram de curso de automaquiagem durante ação da campanha Outubro Rosa da Guarda Municipal
Em alusão à campanha Outubro Rosa, as mulheres da Guarda Civil Municipal de Vitória e da Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) participaram nesta quinta-feira (31) de uma palestra sobre os diversos tipos de câncer de mama e as formas do diagnóstico precoce da doença, na Escola Técnica e de Formação Profissional de Saúde (Etsus). Além da palestra, também foram ofertados um breve curso de automaquiagem, uma aula de alongamento e relaxamento e cuidados para os cabelos por uma tricologista.
O evento foi organizado pela subsecretária da Semsu, Luciana Fiorin e Silva, e pela servidora Andreza Rocha. Segundo Andreza, devido à falta de tempo, muitas mulheres que compõem a Guarda não cuidam adequadamente da saúde e, por isso, a importância das palestras. Ela lembrou que o câncer atinge muitas mulheres e que sua própria mãe foi vitimada pela doença.
"Muitas mulheres desenvolvem a doença, inclusive as agentes. Nem todos sabem, mas o prédio da sede da secretaria leva o nome de uma agente que faleceu vítima de câncer de ovário. Ela amava o trabalho da Guarda Civil Municipal e foi sepultada com o uniforme da instituição, que foi o seu último pedido", disse.

Diagnóstico precoce

Divulgação Semsu
Outubro Rosa
Médica Fabiana Ricio Lacerda Fafá disse que a prevenção é a melhor maneira de possibilitar a cura do câncer
Durante a palestra sobre o câncer de mama, ministrada pela médica ginecologista e obstetra Fabiana Ricio Lacerda Fafá, da rede Saúde da Mulher da Prefeitura de Vitória, foram apresentados a história do movimento popular Outubro Rosa e também os atendimentos médicos oferecidos gratuitamente pela administração municipal às mulheres.
Sobre o câncer de mama, a médica explicou que a doença é de difícil prevenção, mas que o diagnóstico precoce é a melhor maneira de possibilitar a cura. Segundo Fabiana, o exame do apalpamento é muito importante, mas existem lesões que não são detectadas pelo tato e, por isso, a importância de realizar a mamografia. "O autoexame deve ser feito uma vez por mês, logo após a menstruação. O ideal é fazê-lo de dois a três dias após a menstruação, que é quando as mamas desincham. Os nódulos nocivos são duros, semelhantes a um grão de milho ou de feijão", explicou.
A médica elencou alguns fatores que podem contribuir para o aparecimento de câncer, como a obesidade, devido à produção de hormônios decorrentes do excesso de gordura, e a ingestão de álcool. Como prevenção, Fabiana citou o exercício físico, que reduz os níveis de gordura e melhora como um todo o metabolismo do corpo.
A agente comunitária de segurança Fernanda Oliveira destacou a importância da iniciativa para a saúde das mulheres guardas municipais. "Penso que é muito importante, pois nossa atividade depende diretamente da saúde do nosso corpo. Iniciativas como essa nos informam e orientam para a prevenção, que deve vir em primeiro lugar quando falamos também de saúde", disse.

Coral, dança, circo e teatro na Fafi na programação do Dia da Cultura no Brasil - VITÓRIA


Fernanda Neves Gomes
Grupo de dança da FAFI
Dia da Cultura no Brasil será marcado por apresentações de dança na Fafi
O Dia da Cultura no Brasil é comemorado nesta terça-feira (5). Em Vitória, será um dia inteiro de comemorações e apresentações culturais na Arena da Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi. Na programação, coral, exposição fotográfica, literatura, dança, circo, música e teatro produzidos por projetos e espaços abraçados pela Secretaria Municipal de Cultura (Semc).
Para a abertura, às 9 horas, quem se apresenta é o coral da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) São Vicente de Paula, acompanhado dos músicos e instrutores da Fafi Thiago Pessanha (teclado) e Evandro Marendaz (violino). Ao longo do dia, as atrações ocuparão o espaço da Fafi com atividades até as 22 horas.
Alunos e professores da Fafi participam da programação com apresentações de dança (incluindo dança afro), concerto de violão e canto erudito e popular (com Elaine Rowena e Thiago Pessanha).
Os Pontos de Cultura da capital levarão seus trabalhos para lá. O "Ateliê de Ideias" montará uma exposição fotográfica. Já o Ponto de Cultura "Espaço Criança Legal" será representado pelo grupo Churupita de Teatro Amador, que fará número de malabares e palhaços. Outro Ponto de Cultura, o "Dona Maria Coroa" vai marcar presença com sua Banda Mirim da Bateria da Escola de Samba Unidos de Jucutuquara, que promete colocar o público para sambar.
André Sobral
três pessoas em volta de uma mesa encenando uma peça
Peça "Juiz de Paz na Roça" será encenada pelos alunos do Circuito Cultural
Outro espaço importante para a cultura de Vitória, o Circuito Cultural será representado pelo grupo de teatro, Desrotulados, com a peça "Juiz de Paz na Roça", que tem direção de Leonardo Patrocínio. Além disso, alunos das oficinas de dança apresentarão coreografias de dança de rua e clássico.
Completando a programação, o projeto Viagem pela Literatura fará duas contações de histórias durante o dia: a primeira pela manhã, às 9h40, e a segunda à tarde, às 15 horas.
Programação
9h às 9h40 – Abertura do Dia Nacional da Cultura – Coral da Escola São Vicente de Paula
9h às 22h – Abertura de exposição fotográfica do Ponto de Cultura “Ateliê de Ideias”
9h40 às 10h45 – Contação de História (Projeto Viagem Pela Literatura)
14h30 às 15h – Apresentação de alunos de dança (Grupo Fafi de Dança)
15h às 16h30 – Contação de História (Projeto Viagem Pela Literatura)
16h45 às 17h – Apresentação de dança de rua e clássico (Circuito Cultural)
17h às 18h – Grupo Churupita de Teatro Amador do Ponto de Cultura “Espaço Criança Legal”
18h às 18h30 – Banda Mirim da Bateria da Escola de Samba de Jucutuquara do Ponto de Cultura "Dona Maria Coroa"
18h30 às 19h – Concerto de Violão (Grupo Fafi de Música)
19h às 19h30 – Dança Afro (Grupo Fafi de Dança)
19h30 às 20h – Peça teatro “Juiz de Paz na Roça”, com o grupo Desrotulados e direção de Leonardo Patrocínio (Circuito Teatral)
20h às 20h30 – Canto erudito e popular (Elaine Rowena e Thiago Pessanha)
22h – Encerramento
Serviço
Dia Nacional da Cultura em Vitória
Quando: terça-feira (5), das 9h às 22h
Onde: Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi - Avenida Jerônimo Monteiro, 656, Centro.

MULHERES PARTICIPAM DE PERTO DA ASSOCIAÇÃO DE PESCADORES ESPORTIVOS DE COLATINA



31/10/2013 - Diz o ditado que “por trás de um grande homem, tem sempre uma grande mulher”. O que serve para dizermos que por trás de um grupo forte de homens pode ter também e sempre um grupo de fortes mulheres. Não só acompanhando, mas também expondo suas opiniões e participando das decisões.
É o que acontece com o grupo feminino que também ajudou a comandar a organização do 4º Torneio de Pesca Embarcada, realizado em setembro em Colatina, pela Associação de Pescadores Esportivos de Colatina (Apesc). O evento contou com a participação de mais de 200 pescadores e um público estimado em mil pessoas, no Cais do Rio Doce, na Praça Sol Poente.
As cinco mulheres, esposas ou filhas dos pescadores esportivos, formaram o quartel general do evento, onde foram realizadas as tarefas que garantiram o desempenho e o resultado positivo, do evento que já faz parte do calendário municipal.
Elas participaram de todo o processo de organização do torneio, assumindo responsabilidades para fortalecer a entidade. A presença feminina foi desde o planejamento, inscrições, distribuição do pescado, premiação, confraternização, vistorias nas embarcações e na contagem e pesagem dos pescados. E também na distribuição dos kits aos pescadores e no fornecimento de informações.
Filha do empresário Zequinha Giacomin, um dos idealizadores do torneio, Carla Giacomin, 16 anos, contou que colabora desde a realização da primeira edição. “Comecei a colaborar com a Associação por causa do meu pai, e aí gostei. O ambiente é muito familiar”, disse. Além dela, também participam Ângela, casada com o empresário Edson Negrelli; Djani Mari, com Hélio Avancini; e Denise, com Luiz Carlos de Souza Ramos; e Lara, filha do presidente da Associação, Rômulo Giacomin.
Ângela Negrelli contou que depois de observar as dificuldades que a Associação enfrenta no dia a dia, e principalmente na organização do torneio, ela resolveu colocar a mão na massa e dar a sua contribuição. E foi o que fez. “Resolvi participar mais de perto. Nós nos unimos sempre e ajudamos muito”, afirmou.Segundo ela, o apoio ocorre principalmente na parte administrativa. “Todos os meses nós nos reunimos para colocar em dia as tarefas da Associação. Virou uma família. Todos participam, garantindo que a entidade funcione”, falou.
Quanto ao evento, ela disse que tão logo termina a organização de um, elas já estão prontas para participar dos preparativos do seguinte, juntamente com a diretoria da entidade. “Como estamos na quarta edição, só vamos ajustando o que não deu certo no anterior, para preparar a programação do outro”.
Além da atuação das mulheres, a nova geração também está despontando. Nicole (16 anos) e Nicholas Negrelli (9 anos), acompanha os pais no gosto pela pesca. Ele, com a curiosidade de menino, circulou no ambiente enchendo de perguntas os pescadores que participavam e passeou no Rio Doce de barco com o pai.
Para Rômulo Giacomin a ajuda feminina é muito bem-vinda, porque elas dão suporte para que todas as atividades da entidade tenham sucesso. “Na Apesc um pequeno grupo está envolvido com as atividades, e a participação delas é importantíssima, faz a diferença, principalmente para a realização do Torneio. A Ângela então, que é muito ativa e a mais experiente da turma dá o apoio necessário para que tudo dê certo”, completou.
 

AÇÚCAR MASCAVO TAMBÉM É FONTE DE RENDA DA FAMÍLIA BRUMATTI EM BOAPABA - COLATINA



31/10/2013 -
É no Sítio São Judas Tadeu, situado a três quilômetros da sede do distrito de Boapaba, que o agricultor familiar José Antonio Brumatti, 52 anos, continua produzindo o açúcar mascavo que os pais ensinaram a ele, e aos oito irmãos, ainda pequenos, na lida da vida no campo.
O açúcar mascavo é um alimento obtido diretamente da concentração do caldo de cana recém-extraído, que elimina o uso de aditivos químicos para o processo de branqueamento e clarificação. Sua cor pode variar do dourado ao marrom-escuro, em função da variedade e da estação do ano em que a cana é colhida. É mais saudável do que o açúcar refinado, já que passa por menos processos químicos em sua elaboração, e, por isso, preserva nutrientes da cana-de-açúcar.
Há muitas décadas que o alimento é uma das fontes de renda de toda a família do patriarca Armando, falecido há sete meses, com 90 anos, no sítio de 56 hectares que morou por toda sua vida, e onde vivem ainda hoje a mulher Isaura (80 anos), filhos e netos, em três casas espalhadas pela propriedade.
Na verdade, quando nasceu, segundo o agricultor, os pais já faziam o açúcar da cana-de-açúcar. Ele conta que “desde que nós nos entendemos por gente, eu e meus irmãos sempre ajudamos a fazer. Mesmo pequenos, ajudávamos de alguma forma”.
Os pais tinham plantação de cana (da variedade Java), para suprir as necessidades de casa e ainda ganhar dinheiro. Dividiam com os vizinhos na modalidade de plantio “à meia”. Na época a cana era moída em um engenho que era movido com os bois da propriedade.
O processo de produção, que é feito uma vez por semana no período propício, continua o mesmo. Começa com o plantio da cana, que hoje é de uma outra variedade (fininha) que José Antônio não soube dizer, mas que “é boa também para a indústria produzir cachaça, até para o consumo dos animais”, explicou.
As mudas da fruta, ele conseguiu em 2002, por meio de um projeto do Pronaf (Programa Nacional de Agricultura Familiar), desenvolvido no Ifes (Instituto de Educação do Espírito Santo) de Itapina.
O melhor período de fazer o açúcar, explica ele, é entre agosto e outubro, porque é quando a cana é colhida com o melhor ponto de açúcar e de caldo. Diferente do passado, hoje ela é moída em um pequeno engenho.
Ele contou que, depois de colocar a cana no engenho, o caldo é levado para dois tachos de chapa de ferro (um de 1,60m x 80 cm e outro de 1,5 m de diâmetro), já colocados sobre dois fogões feitos de tijolos. Se a lenha for boa, em cerca de três horas o caldo se transforma em mel, e depois vira puxa-puxa. De vez em quando é mexido com uma espumadeira para retirar uma borra, que é jogada fora.
É quando está no ponto de puxa-puxa, que o produto é retirado do fogo para esfriar e secar num caixote (2m x 0,50 cm) de madeira, colocado no chão. “Mas além destes dois tachos, eu ainda faço mais um. Depois de seco, é só ensacar”, afirmou. Os 140 litros de garapa (caldo) dão cerca de 60 quilos de açúcar, que são vendidos por ali mesmo para os vizinhos ou para atender as encomendas, que nunca faltam. O quilo é vendido a R$ 3.
O bagaço é aproveitado para alimento do gado do sítio, principalmente quando há pouco capim, senão é lançado na terra para virar adubo orgânico. “Aqui nós aproveitamos tudo. Nada se perde. Tudo na propriedade é orgânico. Aprendi com meu pai, que sempre teve preocupação em produzir sem remédio”, faz questão de frisar.
O agricultor conta que quando sobra, é fornecido para a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) de Colatina. Por dois anos o açúcar foi fornecido para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para atender a comunidades carentes e às Instituições de Longa Permanência (asilos).
José Antônio é presidente da Cooperativa de Crédito Rural de Interação Solidária (Credisol). Além de um ajudante, ele conta principalmente com a ajuda da mulher, a professora Ana Célia (que borda para fora), e ainda de um dos três filhos. As duas filhas mais velhas, Ana Eliza (21) e Ana Carolina (20) estão estudando Agronomia, no Ifes de Santa Teresa.

Ana Célia disse que a quentura é muito grande, quando mexe o caldo, e depois tem que esperar um pouco para mexer com água. “Faço de tudo um pouco, pois ainda sou dona de casa, bordo e capino. Nasci na roça. Meu pai foi vaqueiro e minha mãe professora. Fui professora por dois anos e depois virei agricultora familiar”.
O modo próprio de fazer o açúcar, dos Brumatti, já chamou a atenção de estudantes. Recentemente, alunos da Escola Ernesto Corradi, de Boapaba, foram visitar a propriedade para conhecer de perto o processo de produção do açúcar.

Tudo orgânico
Na propriedade, todos sobrevivem da agricultura familiar, aproveitando os recursos locais. A água vem de uma nascente que atende a sete famílias e às plantações e animais. Tudo é produzido primeiramente para consumo próprio, e depois transformado em fonte de renda. E o melhor, sem agrotóxicos. Plantam café, banana, feijão, abacaxi e outras frutas, e produzem leite e queijo.
Na verdade a filosofia da família é aquela de que “o que não queremos para nós, não queremos para os outros”. Ele afirma que “tudo que produzimos, vendemos. As pessoas hoje estão investindo na saúde e querem um produto de qualidade. Aprendemos que não devemos pulverizar nada que faz mal para a saúde. Desses remédios que envenenam a gente. Sempre vivemos do que produzimos. É um hábito antigo e eu vou continuar trabalhando assim como aprendi com meus pais”.
A família ainda tem 17 mil pés de abacaxi plantados, que quando colhidos, são vendidos para uma fundação de nível internacional, situada em Vitória, que trabalha apenas com alimentos orgânicos. Também vendem mangas para a mesma instituição.

PREFEITURA ASSINA PARCERIA PARA REFORMA DA ESCOLA LIONS CLUBE - COLATINA


31/10/2013 -
Oferecer um ensino de qualidade para os alunos de Colatina sempre foi uma das maiores preocupações da atual gestão municipal. E não é só com os professores, reconhecidamente capacitados, que o prefeito Leonardo Deptulski se preocupa.
Numa parceira firmada ontem (30) junto ao Governo do Estado, o prefeito de Colatina assinou, juntamente com o Governador Renato Casagrande, a ordem de serviço para as obras de manutenção da escola de ensino fundamental e médio Lions Clube, localizada no Bairro Moacir Brotas.
Com um investimento de aproximadamente R$ 598 mil, a escola será contemplada com a substituição de peças danificadas, pintura, acessibilidade para deficientes físicos e outras melhorias que visam contribuir para o conforto e segurança dos alunos.
Esta já é a quarta escola no município que passará por reformas através dessa parceira. Segundo o prefeito Leonardo Deptulski, essas obras beneficiarão os alunos da Lions Clube.
“Essas reformas são extremamente importante para a escola, os professores e os alunos. É um estímulo a mais para os alunos, que ganharão um estímulo a mais para estudar, tendo uma escola praticamente nova”, finalizou Deptulski.

SOLENIDADE MARCA ENTREGA DE EQUIPAMENTOS, SALA DE DEGUSTAÇÃO E PREMIAÇÃO DO CONCURSO DE CAFÉ - COLATINA


31/10/2013 -
A tarde desta quarta-feira (30) foi um dia bastante movimentado em Colatina e, ao que parece, essa data será lembrada pelos produtores de café do município por um longo período.
Contando com a presença do prefeito da cidade, Leonardo Deptulski, do governador do Estado, Renato Casagrande, além de outras autoridades, foram divulgados os nomes dos vencedores do concurso da Qualidade do Café, evento que faz parte do programa de Melhoramento do Café de Colatina.
Realizado na Ceasa Noroeste, o evento contou com a participação de 32 produtores de café do município (30 na modalidade individual e dois na modalidade de associação), subdivididos em duas categorias: café natural e cereja descascado.
“Realizar esse concurso e fazer um evento com essa magnitude é extremamente importante para o nosso município, afinal é uma forma de divulgar cada vez mais o trabalho dos produtores locais. Colatina é um município com uma produção de café muito grande e devemos sempre procurar formas de melhorar o que é produzido aqui”, afirmou Deptulski.
Entre as associações, o prêmio de melhor café ficou para a associação de São Pedro Frio. Na categoria cereja descascado, o premiado foi Luciano Raimundo Macedo, que levou o prêmio de R$ 2 mil mais cinco sacos de adubo.
Terceiro lugar na premiação do ano passado, o produtor de São Pedro Frio ficou bastante feliz com a primeira colocação e revelou que esse resultado é um estímulo para continuar tentando melhorar cada vez mais seu produto.
“Essa premiação é um reconhecimento imenso do nosso trabalho. É uma forma de continuar incentivando os produtores a melhorar o café produzido aqui no município. Além do mais, esse concurso cria uma briga sadia entre os produtores, afinal todo mundo quer vencer e isso aumenta a qualidade do café de todo mundo”, contou.
Já entre os produtores de café natural os grandes vencedores foram: Antônio Carlos dos Santos, Charles Braun e Sérgio Luiz Tedoldi; primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente.
A premiação nesta última categoria foi dividida da seguinte maneira: R$ 2 mil para o primeiro colocado, R$ 1.500 para o segundo e R$ 500 para o terceiro colocado. Além disso, até o quinto colocado, cada produtor recebeu quatro sacos de adubo.
“Fiquei muito feliz em ter vencido o concurso novamente. Isso é fruto de um trabalho duro, longo e que requer muita dedicação. É muito bom vencer, ter o café reconhecido como o melhor, além de ter esse incentivo financeiro”, afirmou Antônio Carlos dos Santos, que também foi o primeiro colocado da categoria café natural no ano passado.

Mais investimentos
Além da premiação, o evento serviu também para inaugurar a sala de classificação e degustação do café, localizada na sobreloja da CAF (Cooperativa dos Agricultores Familiares de Colatina), na própria Ceasa.
Dentro do concurso do café, ainda houve espaço para a entrega de equipamentos agrícolas do Programa Vida no Campo. Numa parceria da Prefeitura com o Governo do Estado foram entregues cinco secadores de café, que beneficiaram as comunidades de Bela Aurora, Barra de São João Pequeno, Córrego Senador São Gabriel da Baunilha e São João Pequeno; duas máquinas de pilar café, para as comunidades de São Luiz da Barra Seca e Córrego Dantas; além de um furgão para apoio a Associação de São Pedro Frio. O total desses investimentos chegou a R$ 392 mil.
“Esses equipamentos que estão sendo entregues para as comunidades são extremamente importantes para o desenvolvimento e melhoria da produção agrícola do município. Não podemos nunca esquecer de apoiar quem planta e produz alimentos para nós”, disse o governador Renato Casagrande.
Outros investimentos também chegaram ao município através do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em parceria com o Governo Federal, contabilizando R$ 400 mil. Dois veículos foram entregues para a secretaria de agricultura, sendo um para apoio técnico no acompanhamento dos produtores rurais e o outro para acompanhamento técnico do programa de caixa seca, que também já havia recebido uma retroescavadeira. A CAF (Cooperativa de Agricultores Familiares) recebeu um caminhão baú para utilizar na distribuição de polpa de fruta e outros alimentos.

Outras pautas
Depois da programação na Ceasa Noroeste, Deptulski e Casagrande terminaram o dia realizando duas visitas técnicas em obras da cidade.
A primeira visita aconteceu as obras do contorno da ES 080, que ligam o Polo Industrial até o distrito de Ponte do Pancas. Com valor total estimado em R$ 47 milhões, as obras estão a todo vapor e tem previsão de entrega no primeiro semestre de 2014, segundo o DER.
A outra obra visitada foi a da rodovia que liga Colatina a São Domingos do Norte, mais conhecida como Rodovia do Café. A nova rodovia terá pistas de rolamento com 7 metros, acostamento de 2,5m em cada sentido e implantação de terceira faixa.
Além disso, serão implantadas baias para ônibus segmentadas da pista, o que garantirá segurança aos usuários e permitirá que o fluxo do tráfego não seja interrompido por paradas para embarque e desembarque de passageiros. O valor total investido nessa obra será de R$ 56,5 milhões.
   
   
  

CMEI Calypio de Siqueira Rocha promove evento sobre a preservação da natureza - VIANA

Texto: Claudete Rodrigues / Foto: Divulgação31/10/2013 - 17:30 h

Uma manhã voltada para a conscientização e sensibilização da população sobre a preservação do meio ambiente foi promovida na última quarta-feira (30), pelo Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Calypio de Siqueira Rocha, em Marcílio de Noronha. O evento contou com o apoio da Secretaria de Educação e da Polícia Militar e envolveu pais, alunos e comunidade. Cerca de 180 estudantes com idades entre 03 a 05 anos participaram da atividade.
O evento que já ocorre há quatro anos é fruto do Projeto de Educação Ambiental “Escola Sustentável” desenvolvido na instituição de ensino. O CMEI trabalha com os estudantes diversas ações que são estimuladas durante o ano como: não desperdiçar água e nem energia, o plantio de hortas, não jogar lixo em locais impróprios e a alimentação saudável.
De acordo com a diretora do CMEI Calypio de Siqueira Rocha, Nerli Teixeira, oscalypio escola.jpg alunos se tornam multiplicadores das lições que aprendem na escola. “Eles passam tudo que foi ensinado na instituição para os pais, familiares e amigos. Assim, a família acaba mudando os hábitos em benefício do meio ambiente”, explica.
Nerli Teixeira ressalta que o mais importante nesse trabalho é o incentivo à leitura. “Organizamos na escola o 'Cantinho da Leitura'. Em todos os projetos que realizamos utilizamos diversos livros para que as crianças criem o hábito e gostem de ler”, salienta.
O evento teve início no CMEI onde as crianças declamaram poesias e realizaram apresentações em relação ao meio ambiente. Logo em seguida, houve a caminhada ecológica e plantio de mudas e sementes na horta escolar. Além disso, a escola está expondo os trabalhos desenvolvidos pelos alunos.