O Seminário buscou debater as novas possibilidades na Alfabetização no contexto da Educação Especial.
A secretária de Educação Luzian Belisário fez a abertura do evento e disse que o momento se fundamenta na necessidade de propiciar uma construção de saberes para os profissionais da Educação da cidade, diante dos dilemas e desafios que apresenta a Educação Inclusiva.
“Este é um trabalho que já vem sendo realizado em sala de aula. A Educação Especial é uma ação política, cultural, social e pedagógica desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação”, ressaltou.
A palestrante da noite, a fonoaudióloga Adriana Belshoff, explicou o tema e enfatizou sobre os novos métodos utilizados na alfabetização. “A proposta aqui, hoje, é trazer o conhecimento sobre os novos métodos utilizados na alfabetização no contexto da Educação Especial. Um desses métodos é o multissensorial chamado também de método das boquinhas, que utiliza, além das estratégias fônicas (fonema/som) e visuais (grafema/letra), as articulatórias (articulema/Boquinhas), indicado para alfabetizar crianças e mediar/reabilitar os distúrbios da leitura e escrita”, explica a fonoaudióloga.
Também foi discutida a inclusão escolar como ponto de partida, aperfeiçoando o fazer no cotidiano da escola. A equipe da Educação também promoveu uma reflexão sobre o tema inclusão, construção de saberes, mudanças de conceito sobre deficiência e a prática reflexiva fundamentada na discussão sobre as possibilidades.
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