Yuri Barichivich
São 24 são membros titulares e 24 suplentes, havendo representantes do poder público e da sociedade civil.
No final da tarde desta terça-feira (17), o Prefeito Luciano Rezende deu posse aos novos 48 membros do Conselho Municipal de Segurança Urbana (Comsu).
São 24 membros titulares e 24 suplentes, havendo representantes do poder público e da sociedade civil. Entre os membros da sociedade foram escolhidos oito moradores da cidade por votação, e seus respectivos suplentes, cada dupla representando uma das regionais.
Embora já existisse anteriormente, o Conselho perdeu representatividade por não renovar o quadro de conselheiros e não ter participantes de todas as regionais.
De acordo com o secretário Municipal de Segurança Urbana, Welington da Costa Ribeiro, a eleição dos novos membros trará novo fôlego para a discussão das propostas de segurança do município com as comunidades.
“Nós pensamos em fazer um conselho completo e com legitimidade. As eleições foram feitas e estou muito contente de agora dar posse a ests novos membros, que era algo que que já havíamos pensado desde o início do ano”, disse.
A cerimônia de posse dos conselheiros de segurança ocorreu em conjunto com a posse dos conselheiros de cidadania e direitos humanos. O prefeito de Vitória, Luciano Rezende, ressaltou a importância da integração dos dois setores e do simbolismo que a posse em conjunto representa.
“O Conselho de Segurança esava praticamente inativo este ano, e estes dois conselhos estão tomando posse em conjunto, justamente pelo simbolismo destas duas secretarias, que devem sempre caminhar juntas. A segurança pública é de longe a principal queixa da população de Vitória e estamos mostrando resultados com a Guarda 24 horas e o Botão do Pânico, que tem reduzido drasticamente a reincidência da violência doméstica na capital. Estes dois conselhos são muito importantes porque esta é uma administração que quer ouvir a população, as críticas e as sugestões. Queremos ouvir para poder ajustar o rumo quando for necessário”, ressaltou o prefeito.
Mandato
Os membros terão mandato de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Os representantes poderão propor estudos e pesquisas sobre a violência e criminalidade no município, além de promover debates seminários e congressos para prevenção e controle da violência.
Outra atribuição do conselho é opinar sobre os critérios de apoio, inclusive financeiro, às iniciativas das organizações representativas da sociedade civil nas ações de prevenção e controle da violência, e na promoção dos direitos humanos e cidadania na área de segurança.
Representatividade
O membro do conselho representante da Regional 3, Weleson Vieira de Souza, disse que já participava de reuniões com a Prefeitura, mas que todas as conversas eram informais. “Há três anos procurei fazer parte do conselho mas ele estava inativo. Mesmo assim buscava a Prefeitura para passar as questões de segurança. Fizemos algumas reuniões e até éramos atendidos em algumas reivindicações, mas chegamos a conclusão de que era preciso fazer uma nova eleição, até porque nem todos as regiões tinham representantes”, disse.
Para a líder comunitária de Itararé e agora representante da Regional 4, Maria Lucia Ribeiro da Silva, o conselho ajudará a Prefeitura a ouvir as necessidades de cada bairro. “É preciso discutir as questões dos bairros. Moro há 40 anos no meu bairro e até então nunca tinha existido toque de recolher. Não somos nós moradores que devemos ir embora das nossas casas e é por isso que é preciso ter investimentos na questão social e nas famílias. Agora já vemos mais segurança na Praça de Itararé com a instalação das câmeras e com o policiamento, que está circulando 24 horas”, ressaltou.
Matéria relacionada:
Com edição de Deyvison Longui
Informações à imprensa:
Vinícius Yungtay (vfyungtay@vitoria.es.gov.br)
Tel(s).: 3135-3009 / 98889-5563
Nenhum comentário:
Postar um comentário