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Sara levou o pai, Márcio, para conferir a mostra que ela produziu sobre o Egito Antigo
O ciclo de reprodução das tartarugas, o caminho da água da nascente até as nossas casas, dicas de economia de energia, a importância da água no meio ambiente, combate à dengue, as Sete Maravilhas do Mundo Antigo, apresentação musical e encenação teatral, entre diversas outras atrações. Tudo isso pôde ser conferido nesta sexta-feira (20) durante as atividades da XV Mostra Científica da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Álvaro de Castro Mattos, em Jardim da Penha.
Este ano, a temática tratava da “Cooperação pela Água”, a mesma escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2013. Os caprichosos, detalhistas e coloridos trabalhos produzidos pelos alunos são resultado das atividades pedagógicas desenvolvidas pelos professores nas salas de aula, que envolviam mensagens de cooperação pela vida, paz, solidariedade, justiça e um ambiente sem violência, nas quais meninos e meninas precisam cooperar pela qualidade de vida.
No tour pelo Egito Antigo, a pequena Sara Santos Souza, de 12 anos, aluna da 5ª série, sabia na ponta da língua informações e detalhes sobre os jardins suspensos, zigurates, pirâmides, passos da mumificação, hieróglifos, etc. "Hoje é o meu aniversário e por enquanto estou gostando da forma como estou comemorando. Gostei muito de trabalhar esse assunto na sala de aula e agora ter a oportunidade de aplicar e passar para frente o que eu aprendi. Gostei muito de conhecer a cultura dos egípcios, a religião com todos aqueles deuses, o que comiam, a forma de fazer o pão. É uma cultura rica demais".
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Mostra científica levou o tema "Cooperação pela Água" para a Emef Álvaro de Castro Mattos
E o pai de Sara era puro orgulho. "Ela só traz felicidade para a nossa família. É uma garota prodígio e a gente só se surpreende a cada dia com ela e com as atividades que ela desenvolve na escola. O futuro dela é muito promissor", disse o agente penitenciário Márcio Barbosa de Souza.
Destaque para o destemido Pedro Henrique Carvalho de Oliveira, de apenas 13 anos, aluno da 6ª série, que possui deficiência visual. Ele encenou a peça "Seca no Sertão" e ainda ajudou a construir o jogo de trilha interativa “Subindo e Descendo com a Dengue”. A brincadeira, que aplica conceitos científicos e matemáticos, contou com dicas escritas por ele mesmo em braille. "Participar dessas atividades é importante para fazer novas amizades. Ajuda inclusive no rendimento das matérias, porque a gente exercita a concentração", disse o menino.
"Nosso objetivo em realizar essa mostra é de aguçar a curiosidade e a pesquisa nos múltiplos lugares e possibilidades do conhecimento na escola e na vida. Nessa perspectiva, mais um ciclo de investimento em 15 anos consecutivos de realizações da exposição dos saberes produzidos por educandos e educadores", disse o diretor da Emef Álvaro de Castro Mattos, Paulo Rodrigues.
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