Quando os irmãos desmembraram o quinhão do Gildo Machado da fazenda Independência, a reunião foi na casa de João Gilberto Machado, em Vitoria. Depois de discutirem o assunto e constar em ata a saída do Gildo, pediram que ele escolhesse uma parte que não dividisse o todo. Eram três quinhões disponíveis e ele sabia qual queria mas, brincando com a situação, cantou enquanto sorteava: "pão, pão, é de queijo é de pão, sapatinho branco e meinha de algodão...ti-ru-li-ru-li...ti- ru-li-ru-li pão, pão, pão, é de queijo é deeeeeeeeeeeee pão...e deslizou até a sorte chegar a parte desejada. E deu o nome de "Sitio do Ti-ru-li" ao seu quinhão.
Lá foi Gildo realizar seu sonho de fazendeiro. Ele gostava de lidar com a gente simples da roça. Plantou lavoura de café, milho e arroz. Plantou árvores frutíferas em torno da casa. Fez muitas festas e levou alegria ao povoado simples de lá. Construiu meia dúzia de casinhas para os colonos, construiu um moinho de fubá, tulha e debulhadeira de arroz. Construiu também, um Centro Espírita para estudo do Evangelho. Ele levava palestrantes de Cachoeiro e estava sempre acompanhado de seu inseparável amigo Jacó, antigo varredor de rua.
De certa feita, levando para o sitio o Sr. Fabiano, seu antigo colono, aposentado, este chegou desconsolado queixando de ter perdido todo o dinheiro da sua aposentadoria na viagem. Gildo perguntou quanto ele tinha perdido e sabendo o valor, voltou depois de alguns instantes com o dinheiro na mão e falou: então é esse que eu achei? e entregou o dinheiro contando que o havia achado na estrada, restituindo a alegria ao amigo. Gildo gostava de fazer o bem e não perdia a oportunidade de faze-lo.
Aquele sino de bronze, citado em outros episódios, exercia a função de chamar os colonos para acertar meação e conversar. Cada um conhecia os badalos que o identificava. Dona Ermínia era a sua cozinheira e morava na casa ao lado. Ela engordava porco, alimentava as galinhas, cuidava da horta, fazia doces e cozinhava. Parece que tinham parceria nessas atividades. Eles tinham uma convivência harmoniosa e de cumplicidade. Ele brincava muito com ela e dizia que ela iria primeiro que ele comer grama pela raiz...ela tinha bem mais idade que ele, mas ele se foi bem antes dela. Também gostava de chamá-la e dizer: - A senhora está fazendo jus a um aumento. Vou dobrar seu salário. E perguntava: _ quanto a senhora esta ganhando mesmo? Ela respondia:_ nada seu Gildo... Nada? pois de hoje em diante a senhora passa a ganhar o dobro...os dois riam muito das brincadeiras. E assim ele vivia feliz naquele pedacinho de chão.
De certa feita, levando para o sitio o Sr. Fabiano, seu antigo colono, aposentado, este chegou desconsolado queixando de ter perdido todo o dinheiro da sua aposentadoria na viagem. Gildo perguntou quanto ele tinha perdido e sabendo o valor, voltou depois de alguns instantes com o dinheiro na mão e falou: então é esse que eu achei? e entregou o dinheiro contando que o havia achado na estrada, restituindo a alegria ao amigo. Gildo gostava de fazer o bem e não perdia a oportunidade de faze-lo.
Aquele sino de bronze, citado em outros episódios, exercia a função de chamar os colonos para acertar meação e conversar. Cada um conhecia os badalos que o identificava. Dona Ermínia era a sua cozinheira e morava na casa ao lado. Ela engordava porco, alimentava as galinhas, cuidava da horta, fazia doces e cozinhava. Parece que tinham parceria nessas atividades. Eles tinham uma convivência harmoniosa e de cumplicidade. Ele brincava muito com ela e dizia que ela iria primeiro que ele comer grama pela raiz...ela tinha bem mais idade que ele, mas ele se foi bem antes dela. Também gostava de chamá-la e dizer: - A senhora está fazendo jus a um aumento. Vou dobrar seu salário. E perguntava: _ quanto a senhora esta ganhando mesmo? Ela respondia:_ nada seu Gildo... Nada? pois de hoje em diante a senhora passa a ganhar o dobro...os dois riam muito das brincadeiras. E assim ele vivia feliz naquele pedacinho de chão.
Abraços fraternos,
Helena
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